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CONECTANDO VOCÊ COM A DERMATOLOGIA VETERINÁRIA
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A importância dos banhos no tratamento da dermatite atópica canina
Recentemente comecei a ler o novo guideline de dermatite atópica canina e achei muito interessante a discussão que eles trazem sobre o papel dos banhos e dos cuidados com a barreira cutânea.


Oclacitinib, Ilunocitinib e Atinvicitinib: qual é o melhor?
O desenvolvimento dos JAKi (inibidores das Janus quinases) trouxe novas possibilidades para o tratamento da dermatite atópica canina. Essas moléculas interferem na via JAK–STAT, inibindo a sinalização de diferentes citocinas envolvidas na resposta inflamatória, como IL-4, IL-5, IL-13, IL-31, entre outras.


Infecção auricular por Onchocerca lupi associada a otite externa grave em um cão
Esse é um dos casos mais diferentes que já vi na dermatologia veterinária. Um cão jovem de 4 anos apresentava histórico de dor auricular unilateral grave, prurido e meneios cefálicos.


Por que os gatos são pouco estudados na dermatologia veterinária?
As dermatopatias felinas ainda tem entidades clínicas e morfológicas muito pobremente descritas e definidas. E isso reflete não só uma nomenclatura deficiente, mas também sinaliza lacunas importantes na forma como reconhecemos, classificamos e compreendemos as doenças de pele dos gatos.


A dermatite atópica canina está associada à inflamação sistêmica?
É justamente essa questão que esse estudo publicado recentemente na Veterinary Dermatology buscou investigar. Em humanos com dermatite atópica, já existem evidências de ativação inflamatória sistêmica, além de associações com diversas comorbidades extracutâneas. Do ponto de vista clínico, entender se algo semelhante ocorre nos cães seria muito relevante, pois ampliaria nossa visão sobre a doença e sobre seus possíveis efeitos para além da pele.


Podcast: Por que é tão comum vermos quadros de liquenificação em cães atópicos?
A liquenificação é o espessamento e endurecimento da pele, sendo um achado bastante comum em cães atópicos e um grande sinalizador de cronicidade. Quer entender por que isso acontece e como prevenir e tratar os quadros de liquidificação na dermatite atópica canina?


Por que é tão comum vermos quadros de liquenificação nos cães atópicos?
A liquenificação é uma alteração que geralmente está associada à cronicidade.
Um dos principais fatores é o próprio ciclo de prurido e inflamação crônica. Quando o animal permanece se coçando, lambendo ou se autotraumatizando, a pele responde a esse estímulo contínuo com hiperplasia epidérmica, como uma resposta adaptativa ao trauma e à inflamação persistentes.


A microbiota da pele dos gatos tem mais de 10 diferentes espécies de Staphylococcus
O Staphylococcus spp. é um dos principais gêneros bacterianos encontrados na pele dos gatos. Embora frequentemente seja considerado um patógeno, essas bactérias também fazem parte da microbiota comensal.


Nova espécie fúngica identificada na dermatologia veterinária: Arthroderma uncinatum
Recentemente foi isolado de um cão, uma nova espécie de dermatófito chamada Arthroderma uncinatum. Esse é um fungo geofílico, associado ao solo e a outras fontes ambientais e até então era considerado de baixo potencial patogênico.


Terapia proativa e reativa na dermatite atópica canina
A terapia reativa consiste no tratamento de um cão atópico com lesões cutâneas ativas e/ou prurido, com o objetivo de induzir a remissão clínica. Nessa fase, a inflamação costuma ser mais intensa e complexa, com várias células e mediadores envolvidos.


O impacto dos fatores ambientais nas dermatopatias alérgicas
Esse é um artigo recém-publicado pela Dra Rosanna Marsella na seção “Currents in One Health” da JAVMA, na qual ela discute tendências na dermatologia veterinária sob a perspectiva de Saúde Única.


Nova doença identificada em gatos: Síndrome policística dos anexos cutâneos
Recentemente, uma das principais revistas especializadas em medicina felina, o Journal of Feline Medicine and Surgery, publicou um estudo descrevendo uma nova doença cutânea em felinos: a Síndrome policística dos anexos cutâneos.


Podcast: Terapia reativa e proativa na dermatite atópica canina
Neste episódio, a Dra Aline Santana discute os conceitos de terapia reativa e proativa na dermatite atópica canina, abordando suas particularidades, diferenças e aplicações na prática clínica.


Lúpus eritematoso cutâneo em cães e a curiosa relação com os lobos
O lúpus eritematoso cutâneo é uma das dermatopatias autoimunes que podem acometer os cães. Um fato curioso sobre sua nomenclatura é que o termo lúpus vem do latim lupus ("lobo"). Na Idade Média, acreditava-se que as lesões faciais provocadas pela doença se assemelhavam às feridas causadas por mordidas de lobos.


Podcast: Apresentação atípica de criptococose oral associada à perda dentária em um cão
Um estudo recentemente publicado na Veterinary Record Case Report relata um cão que foi atendido com histórico de espirros e secreção nasal bilateral. Inicialmente, foi retirado um corpo estranho nasal, mas com a progressão do quadro, foi observado gengivite ulcerativa severa e intensa perda óssea alveolar, incompatíveis com a idade do animal.


Podcast: Transmissão zoonótica reversa de dermatofitose
Um estudo recentemente publicado na Medical Mycology relata a identificação de 22 casos de dermatofitose em cães e gatos causada por Trichophyton tonsurans, um dermatófito antropofílico.


Estudo alerta para o risco de transmissão zoonótica de dermatófitos por pets não convencionais
Um estudo recente realizado na Polônia investigou dermatofitoses zoonóticas em tutores de pequenos mamíferos de estimação, como porquinhos-da-índia, coelhos, chinchilas e hamsters.


Série de casos relata zoonose reversa por Trichophyton tonsurans em cães e gatos
Um estudo recentemente publicado na Medical Mycology relata a identificação de 22 casos de dermatofitose em cães e gatos causada por Trichophyton tonsurans, um dermatófito antropofílico. Essa espécie é atualmente uma das principais causas de tinea capitis (dermatofitose do couro cabeludo) em humanos.


Apresentação atípica de criptococose oral associada à perda dentária em um cão
Esse relato de caso descreve uma apresentação atípica de criptococose em um cão. O paciente foi atendido com histórico de espirros e secreção nasal bilateral. Inicialmente, foi retirado um corpo estranho nasal, mas com a progressão do quadro,


Dermatologia veterinária de precisão
Esse artigo foi escrito há quase 10 anos, mas traz uma discussão que atravessa o tempo e permanece relevante. À época, os colegas traziam para a dermatologia veterinária a discussão sobre a chamada "medicina de precisão". A necessidade de compreender que pacientes com um mesmo diagnóstico podem apresentar diferentes fenótipos clínicos e respostas terapêuticas distintas.
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