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Novidades e atualizações sobre pênfigo foliáceo em cães

  • 26 de fev.
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 3 dias

O pênfigo foliáceo é uma das doenças autoimune de maior relevância na clínica dermatológica de cães. A hipótese é de que haja uma desregulação imunológica onde se formam autoanticorpos direcionados contra proteínas de adesão dos queratinócitos, mais precisamente a Desmocolina-1. Esse processo resulta na perda de coesão intercelular, fenômeno conhecido como acantólise.


Crédito da imagem: Ishii N. Significance of anti-desmocollin autoantibodies in pemphigus. J Dermatol. 2023
Crédito da imagem: Ishii N. Significance of anti-desmocollin autoantibodies in pemphigus. J Dermatol. 2023

Tal como disposto na imagem à esquerda, a topografia lesional é classicamente simétrica, acometendo com frequência a região cefálica, com ênfase no plano e espelho nasal, região periocular e pavilhões auriculares. O envolvimento de coxins também é um achado clínico frequente e sugestivo. As lesões elementares envolvem pústulas efêmeras ou então colarinhos epidérmicos e erosões encimadas por crostas. Podendo ocorrer também alopecia, eritema, pápulas, entre outras.



Embora ainda não haja consensos formais sobre terapêutica, a base da terapia é a imunossupressão com glicocorticoides sistêmicos isolados ou em associação a agentes poupadores de esteroides, como a azatioprina, ciclosporina e outros.


Quer entender melhor sobre esse assunto?

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Dra Aline Santana é Médica Veterinária formada pela Universidade Federal de Viçosa, com residência em clínica médica de pequenos animais pela mesma instituição. Possui mestrado e doutorado em Ciências pelo Departamento de Clínica Médica da FMVZ/USP, com período de intercâmbio realizado no exterior (University of Minnesota, Estados Unidos). 



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